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18 novembro 2011

Tijolo aparente dita décor em loft alemão

Os primeiros lofts de que se tem notícia surgiram em Nova York nas décadas de 1950 e 1960, quando artistas que tinham pouco dinheiro para morar em casas e apartamentos convencionais decidiram comprar fábricas desativadas e adaptá-las como suas casas e ateliês. Desde então, esse conceito de moradia se espalhou pelo mundo e virou sinônimo de ambientes espaçosos e integrados. O jeitão industrial, porém, continua indissociável a eles. E este loft em Dusseldorf, na Alemanha, é um exemplo disso.

Projetado pelo designer belga Bruno Erpicum, o espaço reúne um minucioso trabalho de recuperação arquitetônica com um décor que combina conforto e jovialidade. Seus novos moradores são fãs de design de interiores e de arquitetura, e por isso fizeram questão que o armazém de 600 m², situado em um bairro central da cidade alemã, tivesse suas características originais preservadas.

O tijolo aparente reina absoluto em todos os ambientes e dita o estilo fabril dos outros acabamentos – o diálogo do material com as peças minimalistas e contemporâneas é mais que evidente. No hall de entrada, os tijolos estão protegidos por paineis de vidro, em uma composição que desperta o olhar para o contraste entre o antigo e o novo. O principal ambiente da casa é o imenso living onde as vigas de concreto foram recuperadas, aumentando o aspecto industrial da residência.

O destaque da decoração fica por conta da mesa de jantar, feita de madeira maciça, e da iluminação, que abusa dos LEDs coloridos. O branco define o acabamento na cozinha, contrastando com as luminárias e com o metal do balcão. A mesma cor se faz presente no quarto, conectado a um banheiro onde o concreto aparente também marca presença.

Com três vagas, a garagem abriga os automóveis de luxo que fazem parte da valiosa coleção mantida pela proprietário. Ela ocupa o mesmo setor onde estão a sala de ginástica e o escritório. Fachadas de vidro garantem a entrada de luz natural e valorizam o tijolo aparente original das paredes.

(Clique em qualquer uma das fotos para vê-las ampliadas em galeria)

FONTE: http://casavogue.globo.com

05 setembro 2011

02 junho 2011

Casa Rio / Kawabe no Sumika


'Casa rio / Kawabe no Sumika "por design mA design of architecture + plannin, Prefeitura de Shizuoka, Japão.
imagens © kai nakamura

A empresa japonesa mA-style design of architecture + planning criou a "casa rio / Kawabe no sumika”, uma casa para uma família, na prefeitura de Shizuoka, Japão. localizado em uma faixa limitada de terra, espremida entre um rio tranquilo e um bairro residencial, a casa é uma resposta a ambas contrastantes do ambiente.
Com formas dominantes e simétricas, a habitação apresenta duas fachadas distintas, alterando totalmente a  percepção do espaço e dimensionalidade. a fachada do lado da rua, sólida e impermeável se refere à sua posição e contexto imediato, um ambiente agitado e barulhento cheio de carros e pedestres. Lisa e mínima na sua expressão, a superfície pretende esconder qualquer evidência de vida local e de atividade dentro de casa.
No lado oposto da estrutura, um conjunto complexo de formas e aberturas desenvolvem um sentido radicalmente diferente do espaço.
Uma coleção de terraços se estendem integrando o interior ao exterior.

Fachada frontal 
Fachada frontal
Os quartos e aposentos privados estão locados no térreo, cada um com uma grande janela que estabelece uma ligação constante com o solo e a vegetação. Espaços públicos - a cozinha, sala de estar e sala de jantar estão situados no segundo andar, onde têm vista panorâmica do rio e manguezais exuberantes.

 
Fachada lateral da rua


Entrada

 
Entrada

 
Vista para o quarto e sala

 
Elevação lateral

 
(À esquerda) Terraços no térreo e segundo andar
(À direita) Quarto no piso térreo
 
Quarto

 
(À esquerda) Quarto
(À direita) Escada para o segundo andar

 
Escada
 
Cozinha e Escada
 
Cozinha

 
Vista da cozinha da sala de estar

 
Cozinha e Sala

 
Terraço visto da sala

Visão noturna

 
Vista da paisagem envolvente


(À esquerda) planta térreo
(À direita) planta superior